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Posted by Railton Da Silva
Existe uma coisa que muitos saem a procurar, chegando no meio do caminho a se desesperar e a largar o barco, no trajeto inicial e morrem na praia.

Muitos vivem essa coisa, mais tem o maior medo de se expressar, não se sabe o porquê, mais que se olharmos direitinho eles tem lá os seus motivos.

Alguns temem as consequências oriundas dessa louca e infame coisa, que a priori julgam não acreditar nela, estufam no peito, se escondem atrás de grandes idéias, filosofias, pensamentos arbitrários, em busca de que?

Infelizes são os momentos em que escrevemos e não dedicamos o que surgi a alguém, a um alguém que por hora lhe faça sentir o que em muitos dias da sua vida não sentira.

É muito mais fácil viver, vivenciar a cada momento que essa coisa proporciona, do que jogar palavras ao vento, poeira ao leu, e assim conviver no meio do grão solei.

Inúmeras expectativas criadas, nomenclaturas dadas, a um único sentimento que nos liga a uma outra pessoa, não se preocupe, podes chamar de como quiser: Amor, Gostar... enfim fique a vontade, a vida é feita por nós, e podemos nominar os acontecimentos nela existente, e assim ser feliz...

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Posted by Railton Da Silva
Caminhar até encontrar um lugar ao por do sol.

Para ver a vida passar e lá se aconchegar.

Juntos podemos sonhar e amar, correr e brincar.

Um lugar de encontro à vida, pondo as expectativas e esperança junto com o sorriso e alegria de te ter.

Seria talvez, nada seria, se buscar a verdadeira felicidade e querer estar ao teu lado, você que é quem possibilita as melhores vias rumo ao sonho tão esperado...

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Palavras jogadas ao vento

Posted by Railton Da Silva in
É estranho, sinceramente por mais que eu possa buscar justificativas, por mais que eu busque nos olhares, que procure em meio ao silêncio, no vão da obscuridade, no sentido da gravidade, volte ao tempo dos grandes romancistas, não tenho explicação, apenas tenho, ou melhor eu sinto o que dentro de mim exprime.

Claro que não podemos julgar tudo arbitrariamente, mas podemos dar sentido as coisas que julgamos ser.
Ser feliz pode custar caro, como também pode custar muito pouco, pode levar a vida inteira para encontrar, podem requerer algumas escolhas, algumas opções.
Mas nada, nada volta a ser como era antes, tendo nós que fazer da nossa oportunidade a única, e não querer ou exigir que a vida seja menos cruel, a crueldade esta na forma como nos relacionamos e abraçamos o nosso dia-a-dia.
Não brincar com os sentimentos das pessoas, nem engana-las, não é ser sincero com ele ou com ela, e sim consigo mesmo, é retribuir tudo aquilo que este alguém, fez ou faz, e que nos deixa extasiado com tanta alegria, que se soubéssemos cultivar, não seria apenas por um momento, ou coisa passageira, e sim algo tão valioso, que por mais longo o espaço de tempo que se tenha sem manter contato, ficara em nossos corpos o ultimo e eterno abraço.
De que adianta fingir com palavras o que não se faz realmente, a melhor forma é agir, fazer, para que amanhã ou depois esta mesma criatura possa dizer, sou feliz ou fui feliz ao teu lado, não me fala-se, mas me demonstra-se nas mais simples e singelas atitudes.
O grande sábio não é aquele que grita para o mundo que é, e sim demonstrar ser.
Buscar a verdadeira felicidade consiste como procuramos e com quem procuramos.

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Pequenos detalhes

Posted by Railton Da Silva in
Pode alguém mudar da água para o vinho?

Parar de acreditar que tudo era até então ilusão.

Que nada mais era que uma falsa busca, uma falsa tentativa de ser feliz.

Que a verdadeira felicidade esta nas coisas simples, nos pequenos olhares, nas pequenas alegrias, na tamanha saudade, na distância que nos interpela, nos risos que nos carrega.

Que a verdadeira felicidade está tão perto como também tão longe, depende do lugar de onde avistamos, e como queremos avistar.

Nada passa sem que possamos permitir.

E que o amor que sinto dentro de mim é mais forte, pelo simples e determinante motivo de que um alguém me deixa assim.

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Você me mostrou o que é, viver

Posted by Railton Da Silva in
Para Débora Thauane

Sei do meu grande ato falho.
Sei que não podemos deixar de elogiar, de lembrar, de agradar as pessoas que estão ao nosso lado, confesso que me deixei levar pelo vão da vida. Não posso deixar de me culpar. Eu acredito que tenha ocorrido um pouco de brutalidade de minha parte, pelo simples fato do meu passado, e por meu hoje, que estar em processo de mutação, metamorfose.
Estou muito mal, ñ consegui dormir a noite passada, a consciência esta pesada...
me perdoe...
Não gostaria de me culpar a vida toda, muito menos cometer outro ato falho desse.
Gosto muito de você, lhe sou muito grato por me ensinares as grandes questões da vida.
Por estar aqui bem juntinho a mim, a me mostrar que a vida é bela, e que, ñ queria dizer isso, mas estou começando à acreditar que o AMOR de fato existe, pode até parecer brincadeira, mas é uma grande realidade.
E que tudo que escrevi e escrevo pode ser ou melhor, é verdade, não é mentira. O que a vida inteira, falei sem dar credito, apenas da boca para fora, o que coloquei em meus personagens, jurando que era apenas ficção, de fato é o busquei sem saber, que é o que sinto, o que vivencio ao teu lado, essa coisa chamada amor sem acreditar se era verdade ou não, mas, o gosto, o sabor posso experimentar, vivenciar ao seu lado.
E assim os dissabores que a vida nos apresenta pode ser antes de mais nada encarado com uma maior leveza...
E que podemos ser felizes se soubermos amar e ser amado, dando prioridade, a algumas coisas que julgamos ser mais importantes.
E ao estar junto da pessoa que gostamos, amamos sei lá, podemos esquecer o mundo que é tão corrupto e cruel
E entrar no mundo da fantasia.
Só você, me mostrou o que é viver.
Foto montada por: Débora Thauane

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