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A quase extinta literatura de cordel

Posted by Railton Da Silva in
20 de dezembro de 2009 |
| RAILTON TEIXEIRA *

Não era difícil encontrar nas feiras, nos artesanatos, os famosos cordéis. De vários estilos. Com muitos causos. Certamente com muitas alegrias. Isso num passado não muito distante, onde os poetas populares eram queridos, amados e é claro mais do que tudo respeitados.
Com o passar do tempo, com o êxodo rural, as coisas foram mudando, modernizando-se. Como tudo é progressivo e acompanha a evolução, as modas ditas “do interior” estão caindo no vão do esquecimento e sendo chamadas de “coisas de velho”.

Uma cultura enraizada nas entranhas nordestinas, oriundas de Portugal, ganhou características próprias com cunho jornalístico. E de uma hora para outra é engolida por umas culturas denominadas do século 21, que eu chamaria de “maus do século”, onde sufoca as publicações independentes que não têm apoios, muito menos editoras.

Um veiculo de comunicação, onde a sociedade acreditava mais que os próprios jornais impressos, está sumindo. Exemplo maior posso aqui citar, a morte do cangaceiro Lampião. Fato este que as autoridades, os coronéis e o próprio povo, só vieram dar credibilidade ao fato, quando José Pacheco, poeta popular descreveu em seu cordel “A chegada de Lampião no inferno”.

Nós autores da quase extinta literatura de cordel, enfrentamos preconceitos e tabus na hora de divulgar os nossos trabalhos. Por ora ao abordar as pessoas, ora com as velhas frases “o folhetim já está fora de moda”. Sentimos na maioria das vezes uma repugnância, uma discriminação para com os folhetins, pois os leitores estão acostumados com as grandes publicações e os longos romances. Eu não os culpo, somos vítimas de educação defasada.

Como ultrapassar as barreiras e eternizar esta cultura tão rica, majestosa, que hoje em Alagoas dispõe de poucos escritores vivos? Com orgulho nomeio estes: Jorge Calheiros, Mariquinha, Dêmis Santana, Luiz Alberto Machado e Tchello de Barros. Essas são algumas figuras ilustres que ainda doam seu suor para manter a cultura viva.

Claro que temos alguns incentivos, de pessoas que são apaixonadas pela arte, mas de um lado as portas estão se fechando e do outro uma luz no fim do túnel. Faço menção a Maria Luiza da Biblioteca Pública do Estado de Alagoas, que bienalmente reuni os artistas, principalmente os populares e coloca todos na Bienal do Livro.

Se não fosse o meu pai, que em suas folgas matinais do trabalho cantarolava repentes, contava causos dos clássicos de cordéis, eu hoje não escreveria, nem tentaria ressurgir a famosa literatura de cordel, que não foi passada para mim em sala de aula, o que é um grande erro. Deveria estar contido nas grades curriculares das escolas, para fomentar a leitura desde cedo, para que o individuo venha a crescer conhecendo o que é nosso, o que é da terra.

(*) É estudante de jornalismo e poeta popular de Alagoas.

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?cod=157785&ass=37&data=2009-12-20

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Artigo de Opinião de Minha Autoria, Será Publicado Neste Domingo

Posted by Railton Da Silva in


A pouco recebi mais um email que muito me fez feliz. O Jornalista Enio Lins, chagista e responsável pela coluna de artigo de opinião do jornal Gazeta de Alagoas, respostou o meu email, onde eu havia lhe enviado um texto.

"A Quase Extinta Literatura de Cordel" será publicada no jornal Gazeta de Alagoas, na edição de domingo dia 20 de Dezembro de 2009. Não deixem de ler.

Segue abaixo o e-mail:

Railton, seu artigo está agendado para publicação no domingo.
Agradeço a colaboração e já nos candidatamos a receber mais.
Abs,
Enio

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A Bailarina e Eu, entre as 100 melhores crônicas

Posted by Railton Da Silva


Queridos e amados leitores...
A pouco recebi um email que muito me troxe alegria. A minha crônica "A Bailarina e Eu" esta entre as 100 melhores do concurso Literário Cidade de Porto Seguro / C. Curtos, organizado pela Via Literária, num universo de 1519 crônicas escritas.
O resultado da melhor crônica, saira no dia 02 de Janeiro de 2010.
Abaixo reproduzirei o email.

Prezado Sr Railton Teixeira da Silva,
comunicamos que o conto A bailarina e eu foi um dos selecionados pelo Projeto Vamos Ler o Mundo para integrar a antologia que resultara do evento, tornando-se um dos 100 finalistas no universo de 1519 textos participantes.
Por falta de tempo hábil em função da enorme participação, a comissão seletora ainda não conseguiu eleger o vencedor (a), ficando esse anuncio para 2 de janeiro próximo.



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Exposição Itinerante de Poemas Visuas - Tchello de Barros

Posted by Railton Da Silva in


A Universidade da Amazônia-UNAMA, sob a organização do Núcleo
Cultural/Galeria de Arte Graça Landeira, convida para a abertura da
exposição "CONVERGÊNCIAS | Poemas Visuais” - do artista visual TCHELLO D' BARROS.

A exposição

Com cinco livros de poesia publicados e mais de 50 exposições, entre coletivas e individuais, o escritor e artista visual Tchello d’Barros tem desenvolvido este projeto de itinerância com sua exposição de poemas visuais intitulada ‘Convergências’, que apresenta uma retrospectiva de sua produção na modalidade específica da Poesia Visual.

STATUS ATUAL DA ITINERÂNCIA DA MOSTRA ‘CONVERGÊNCIAS’

PB – João Pessoa – REALIZADO (Curadoria de Hugo Peregrino)

SC - Blumenau – REALIZADO (Curadoria de Luiz Eduardo Caminha)

RJ – Rio de Janeiro – REALIZADO (Curadoria de Andrea Lúcia)

AL – Maceió – REALIZADO (Curadoria de Ana Glafira)

ES - Vitória – REALIZADO (Curadoria de Denise Moraes)

PA – Belém – REALIZADO (Curadoria de Emanuel Franco)

SP – São Paulo – Confirmado 2010 (Curadoria de Dora Dimolitsas)

RN – Natal – Confirmado 2010 (Curadoria de Deth Haack)

PR - Curitiba – Confirmado 2010 (Curadoria de Luis Vidal)

MG – Belo Horizonte – Confirmado 2010 (Curadoria de Brenda Marques)

SC – Florianópolis – Contactado

RS – Porto Alegre – Contactado

DF - Brasília – Contactado

BA – Salvador – Contactado

PE – Recife – Contactado

CE – Fortaleza – Contactado

ARG – Buenos Aires - Contactado

Crítica

Alguns trechos de considerações de profissionais da cultura que já escreveram sobre ‘Convergências’:

“Estamos diante de um artista que tem no olhar a principal ferramenta. Ferramenta diariamente lubrificada pelo sentimento. Neste “olhar preciso” de “sentimento raro”, Tchello d’Barros promove um incansável encontro. Seu “olhar” convida o nosso “olhar” para um abraço visual.” Al-Chaer (GO) Poeta

“E entre os vários nomes que sobressaem está o de Tchello d’Barros, poeta visual cuja obra ganha dimensão na atualidade com seus poemas plenamente realizados, dentro de uma proposta visual que prima pela qualidade, remetendo para o observador o desafio que instiga uma interpretação não-linear e de caráter universal.” Hugo Pontes (MG) Pesquisador e Crítico Literário

“Convergências é um projeto dinâmico, atua em várias cidades do território brasileiro, propondo um exercício estético estimulante. Uma ressonância da arte contemporânea, privilegiando um contato mais direto com a investigação, discussão e a reflexão intelectual sobre a linguagem plástica. Conteúdo, forma, expressão e unidade num ato de aproximação/desaproximação, palavra/imagem e imagem/palavra, de Tchello d´Barros com os detalhes gráficos trabalhados de maneira clara/escura e escura/clara, ratificando a polifonia de uma vasta produção e experimentação artística na construção de sentidos.” José Aloise Bahia (MG) – Jornalista e Crítico de artes

“Tchello d’Barros é um escritor, poeta e artista completo. É eclético e sua obra vai muito além do imaginário, o artista capta imagens inusitadas em artes visuais, quer seja fotografando ou digitalizando.” Denise de Moraes (ES) Artista Visual e Curadora

“A leitura é a verdadeira vedete dessa série singular. Por um lado nos oferece a possibilidade de decidir por nós mesmos o valor vivencial que esses poemas têm para nós em relação a nossos repertórios de conhecimentos e experiências pessoais. E, por outro, ao questionar a poesia tradicional, nos obriga a criar, ou estabelecer novos modos de interpretação, o que nos situa como co-criadores pois, ainda que Tchello d'Barros nos ofereça novas formas, parcialmente incompreensíveis, também nos brinda, dentro de cada poema, os elementos necessários para sua interpretação. Apenas temos que descobri-los...” Clemente Padin (Uruguai) Poeta Visual e Teórico de Literatura

Depoimento de Tchello d’Barros

“Considero o recurso do poema visual como um instrumento ideal para tratar de temas contemporâneos (política, sexo, fé, amor, sociedade, etc). Minha produção em Poesia Visual tem alcançado uma maior visibilidade principalmente na Internet, mas continuo achando interessante a possibilidade de levar o poema até o público no formato de exposições, o que permite um contato maior com as pessoas, que em geral, se surpreendem com essa modalidade de expressão literária, tão praticada atualmente no mundo todo.”

SERVIÇO

Quê: Exposição de poesia visual ‘Convergências’

Quem: Tchello d’Barros (SC)

Curadoria e montagem: Emanuel Franco (PA)

Texto crítico: Al-Chaer (GO)

Ingresso: Entrada Franca

Abertura: 15.12.09 terça-feira 19h c/ coquetel

Visitação: 16.12 à 10.01.10

Horários: 09 às 21:00h de seg. à sexta-feira e 09 às 12:00h aos sábados

Realização: Galeria de Arte "Graça Landeira” | Espaço da Memória

Universidade da Amazônia-UNAMA

Av. Alcindo Cacela, 287 Umarizal – Belém/PA

Contato c/ o autor: www.tchello.art.br tchello@tchello.art.br – Maceió/AL

‘Convergências’ na Internet: www.tchellodbarros-poesiavisual.blogspot.com

E no Youtube: http://www.youtube.com/user/tchellod7barros

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Novos Trabalhos, Mais Escritos

Posted by Railton Da Silva
Por estes dias me perguntaram sobre o que eu estava trabalhando, o que de novo eu estava escrevendo, para a galera que curti os meus trabalhos, lerem algo novo. Pela primeira vez me vi importante. Pude então perceber que por menor que seja a parcela de leitores, esses mesmos leitores gostam dos meus escritos.

É maravilhoso perceber que uma galera curtir.

Outros Criticam.

Mas é indiscutível, gosto é como nariz cada um tem o seu, e como promessa é divida irei responder e você, querido leitor, saberá soube o que estou trabalhando, aqui no Blog do Poeta e Palhaço.

A convite da Antologia Alma Brasileira, enviei três poemas que será publicado e editado agora em 2010. Tendo como organizadora a Poetisa baiana Sandra Stabile.

Criei assim um selo intitulado como “Edições Raio da Silibrina” onde todos os meus livros, cordéis que eu lançar sairá com este selo.

Agora para 2010, melhor dizendo, Janeiro de 2010, dois cordéis estão sendo editados intitulados como:

  • A VERDADEIRA HISTÓRIA SOBRE A CRIAÇÃO DA MULHER
  • O ENCONTRO DE MICHAEL JACKSON COM O CANGACEIRO LAMPIÃO

Juntamente com mais quatro poetas, estou lançando uma antologia intitulada como “CINCO DEDOS DE POESIAS”. Antologia essa que tem o objetivo de lançar no mercado editorial alguns poetas que não tem espaço no mundo literário, que esta tão concorrido.

Mediante a isto, diante mão lhes revelo o meu segredo, depois de oito romances prontos, decidi lançar o mais recente, devido a alguns incentivos e parcerias intitulado como “ENTRE AS BALAS HAVIA UMA ROSA”.

Além dos blogs que estou administrando, um novíssimo e que esta fazendo bastante sucesso é o www.opoetaepalhaco-textosumpoucoeroticos.blogspot.com acessem é textos eróticos escachados.

No mais, não poderei revelar mais de alguns escritos e novidades.

Pergunta respondida. E maiores informações, aguardo e-mail.

Boa leitura, avante vamos.


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I Primeira Festa da Galera de Comunicação Social da UFAL

Posted by Railton Da Silva in


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Exposição Fotográfica de Tchello d'Barros

Posted by Railton Da Silva in

Galera eu recomendo, um puta de um artista.

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1º Desafio Mata Norte e Sul

Posted by Railton Da Silva
Fonte: http://www.poetafelipejunior.com/

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Amar o que não é meu

Posted by Railton Da Silva in


O pôr do sol levou consigo a amada que não poderia ser considerada minha.

Deixando apenas a lembrança de um sorriso...

Um abraço entrelaçados de batimentos cardíacos...

O grande e doce desejo de sentir ardentemente os lábios da amada...

Que pena que não sejas totalmente minha...

Mas tenho a esperança de amar, nos mínimos detalhes

E quem sabe, ao menos ser feliz.

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Cordelistas unidos…

Posted by Railton Da Silva in
Matéria de Estêvão dos Anjos na GAZETAWEB.COM

O cordel e a poesia popular tomaram conta do estande da Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas na noite desta quarta-feira (3), quarto dia da Bienal do Livro, com o lançamento de quatro trabalhos que apostam nesse segmento.

O primeiro deles foi o cordel Uma história puxa a outra de Ruy Rodrigues escrito em parceria com seu pai Heleno Alves. “São quatro cordéis, três meus e um de meu pai, que contam histórias que ouvimos há algum tempo”. Cordelista há mais de 20 anos, Ruy possui outros trabalhos publicados como o livro 40 anos de reflexões ou poesia nossa de cada dia e outros trabalhos de teatro popular. Sobre o valor do trabalho ele brinca: “O cordel é de graça, mas o autógrafo é cinco reais”. Esse e outros trabalhos de Ruy podem ser obtidos por meio do email Ruy.r@ig.com.br e conferidos no blog www.ruydoceara.blogspot.com.

Apostando na sonoridade das poesias populares, Rogério Dias e Fagner Dübrown lançaram os seus Poesia musicada no pandeiro 1 e 2. São canções acompanhadas no pandeiro no ritmo do coco. Além de poesias próprias, textos de autores consagrados também são musicados, como NÊga Fulô de Jorge de Lima e Autopsicografia¸de Fernando Pessoa. Os CDs estarão à venda durante toda a Bienal no estande da Editora Bagaço e algumas canções disponíveis no site www.myspace.com/rogeriodiasefagnerbubrown.

Outro artista que teve seu trabalho lançado foi o poeta popular Pedro César da Silva, natural de Maceió e em seu segundo trabalho, Janela. “Após terminar um casamento eu fiquei muito só, mal saia de casa, ficando muito tempo na janela. E era por ela que eu via o tempo passar, o sol se pôr…”, daí veio o livro que tem como pano de fundo a solidão e o passar do tempo. Mas Pedro César não considera essa obra muito densa, atributo esse que atribui ao seu primeiro livro, lançado há 15 anos em parceria com o jornalista José da Guia Silva, Absoluto, Obsoleto, que tem a morte como temática. Quem se interessar pelo trabalho do poeta é só entrar em contato, seu email é: Pedro.ocesar@hotmail.com.

O último artista da noite que teve seu trabalho apresentado é novo nesse segmento, trata-se do estudante de jornalismo e andarilho Railton Teixeira, de apenas 22 anos. O cordel Doutor Rufino beija-flor e a revolta das mulheres de lá fora conta a história de um namorador que “pega” todas as mulheres, de uma cidade até que um dia elas lhe dão uma lição. Este já é o segundo cordel publicado por Railton, o primeiro, Versos Livres, lançado no começo do ano na Bienal de São Paulo teve suas cinco mil tiragens esgotadas. “O meu terceiro possivelmente será lançado na Bienal de Recife e se chama A chegada de Michael Jackson no céu e no inferno“, adianta o artista.

Além de todos esses lançamentos a noite foi marcada por recitais e performances de outros cordelistas alagoanos que se achavam presentes, como a poetisa Mariquinha.


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Algumas fotos da IV Bienal Internacional do Livro em Alagoas

Posted by Railton Da Silva
Alguns leitores que foram prestigiar...
Gloria e Domingos Intchala (Guine Bisal - Africa)

Dando alguns outografos




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Os primeiros dias na IV Bienal Internacional do Livro em Alagoas

Posted by Railton Da Silva
Não poderia deixar de manter informados todos aqueles e aquelas que nos acompanha diariamente, seria uma falta de respeito para com vocês, meus queridos leitores.

Segue abaixo algumas fotos tiradas de meu humilde celular.

Luiz Alberto Machado outografando o seu cordel Tataritaritatá


Escritores: Fred Mesquita, Tchello de Barros (Santa Catarina), Nitolino (Luiz Alberto) e Railton Teixeira


A nata dos escritores alagoanos, junto com o Secretario de Cultura


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Bienal Internacional do Livro em Alagoas

Posted by Railton Da Silva in
Galera, segue abaixo a programação do stand da Secretaria de Cultura de Alagoas.
Nisso aguardo a todos...
Grande beijo no coração
SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA
BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO
30 / 10 a 08 de novembro de 2009
CENTRO DE CONVENÇÕES RUTH CARDOSO
PROGRAMAÇÃO DO ESTANDE

31/10 (sábado), às 19h
Cântaros das águas (poesia), Frede de Mesquita
Os sinais de Mikka (conto) e As rugas do papel (romance), Benilda Guimarães
Obra poética reunida, Arriete Vilela
Letramorfose (poesia), Tchello d' Barros
Marcas do tempo (crônicas), Margarida de Mesquita
Fragmentos no Vazio – Crônicas adaptadas de Cecília Meireles e Poesia de Ricardo Correia, Claudia Helena Tavares (atriz), Lucia Prata, Sinvarley
Varal de cordel, participação do cordelista Dêmis Santana


1/11 (domingo), às 19h
Passeando pelo pretérito (romance), Jandira T. de Carvalho
Literatura em Alagoas (ensaio), Simone Cavalcante
Poemas de uma noite de insônia, Jucá Santos
Padre Francisco José Correia de Albuquerque na Academia (história), Tobias Medeiros
A quarenta anos, (biografia), Petrucia Camelo
Se eu calar você me esquece, se eu contar você me abraça? (conto), Gal Monteiro
Varal de cordel, participação da cordelista Mariquinha


2/11 (segunda-feira), às 19h
O mundo e a panela de feijão & outros poemas, Edir Cesar
Cartas a uma jovem universitária (história), Audemário Lins
Teatro 3 e A ressurreição da hidra (romance), Pedro Onofre
Não há tempo perdido, (crônica), Selma Jardim
Exibição do filme Estrelas Radiosas, Pedro da Rocha
Performance Amores Ébrios – Grupo Arteiros Caetés, às 16h 30min
Varal de cordel, participação do cordelista, Jorge Calheiros


3/11 (terça-feira), às 19h
Filhos da terra (contos), Benedito Gilton da Silva
Janelas (poemas e crônicas poéticas), Pedro César da Silva
O homem azul e seres afins (contos), José Roberto dos Santos Matos
Pedaços da parte (poesia), Eduardo Proffa
Mídias Digitais e Interatividade (ensaio), Clayton Santos e Pedro Nunes
Poesia Musicada no Pandeiro, Rogério Dias e Fagner Dübrown
Cordel, uma história puxa outra, Ruy Rodrigues
Entrega de Troféu de literatura infantil à escritora Ruth Quintella
Varal de cordel, participação do cordelista Dêmis Santana


4/11 (quarta-feira), às 19h
PEQUENOS VERSOS de um jovem gesto (poesia), Pedro Arthur Albuquerque de Almeida
Revista Bula, "Coletivo Bula/Grupo Comulti"
Cidade Ouro Branco (cordel), Geraldo Silva
Uma ponte para reflexão (contos), Edmilson Marques Prazeres
Doutor Rufino Beija-flor e a revolta das mulheres
de lá de fora (cordel), Railton Teixeira
Fragmentos no Vazio – Crônicas adaptadas de Cecília Meireles e Poesia de Ricardo Correia, Claudia Helena Tavares (atriz), Lucia Prata, Sinvarley
Varal de cordel, participação do cordelista, Jorge Calheiros

5/11 (quinta-feira), às 19h
A comédia de Eros (poesia), Marcos de Farias Costa
Alagoado (poesia), Fernando Fiúza
Vermelhos nas mãos (contos), Vanessa Alencar
Turismo é para quem sabe. Quem sabe?, Geraldo Câmara
Poesia de um pensamento (poesia), Vicente Minervino de Oliveira
Cavaleiros da grande luta (memórias), José Coelho Neto
Coisas que não se apagam, José Elias da Silva
Nebulosas, Maria de Lourdes do Nascimento
Varal de cordel, participação do cordelista Dêmis Santana

6/11 (sexta-feira)
Coisas boas do folclore e poesias de vários tipos, Maria José de Oliveira
Arteterapia (autoajuda), Patrícia Rose Teixeira
No ritmo da bola (futebol), Antonio Calumby
Vênus – Sophia, uma busca iniciática (romance), Sander Branwen
O rei do zodíaco (romance), Valdir Oliveira
Decisões civis na justiça militar estadual (jurídico), James Magalhães
Poesias musicadas no pandeiro, Rogério Dias e Fagner Dübrown
Exibição do filme Estrelas Radiosas, Pedro da Rocha.
Guias de ruas de Maceió 2009/2010, ARTMAGS
Varal de cordel, Tataritaritatá, Luiz Alberto Machado

7/11 (sábado)
Alagoas nos tempos do cólera (história), Sávio de Almeida
Os ricos não tugem e os pobres não mugem (memória), José Moura Rocha
Independência! no grito e na raça (história), Inocêncio Nóbrega Filho
Cartofilia alagoana (história), Douglas Apratto Tenório e Carmen Lúcia Dantas
Marená e as invenções da escrita (antropologia), Dirceu Lindoso
Meus caminhos (memórias), Vinícius Maia Nobre
Cooperativismo em movimento, Marcos Dantas de Oliveira
Papel no varal (leitura de poesias), Ricardo Cabús

8/11 (domingo)
Marcas de quem se foi (memória), Maurício José
O simplório, Herílio Machado
A cidade desfigurada (romance), Márcio Ferreira da Silva
Brasão poético de cultura popular, Raul Vicente de Queiroz (Associação dos Violeiros e Trovadores de Alagoas)
Fatos, Versos e Prosas, (poesias), Antonio João da Silva
Varal de cordel, Tataritaritatá, Luiz Alberto Machado


PROGRAMAÇÃO INFANTIL
31/10 (sábado), manhã e tarde
Contadores de histórias do grupo Carochinha
Sapato viajante, caminho distante, Marijôse Albuquerque
Vovó do céu, Diógenes Tenório Junior
Nito Lino no reino encantado de todas as coisas (recreação infantil), Luiz Alberto Machado
Bate papo sobre os personagens do livro O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, Iata Anderson Pitanga Tobias
A menina impossível, Luciana Fonseca

1/11 (domingo), manhã e tarde
Contadores de histórias do grupo Carochinha
Um vestido para Lia, Regina Célia
Frevo brincarte (Recreação infantil), Luiz Alberto Machado
Encantos contados e cantados (CD infantil), Marize Sarmento e Jorge Medeiros
Meu mundo real, Isvânia Marques

2/11 (segunda-feira), manhã e tarde
Contadores de histórias do grupo Carochinha
Tenzin (poesia), Juanina Ribeiro e Inez Campos
Turma do brincarte (Recreação infantil), Luiz Alberto Machado
Bate papo sobre os personagens do livro O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, Iata Anderson Pitanga Tobias

3/11 (terça-feira), manhã e tarde
Contadores de histórias do grupo Carochinha
Gueguê e Jojó no manguezal, Ruth Quintella, às 17h.
Frevo brincarte (Recreação infantil), Luiz Alberto Machado
Encantos contados e cantados (CD infantil), Marize Sarmento e Jorge Medeiros

4/11 (quarta-feira), manhã e tarde
Contadores de histórias do grupo Carochinha
O gato e o rato, Socorro Cunha
Os três porquinhos do agreste e Lendas do velho Chico, Claudia Lins
Encantos contados e cantados (CD infantil), Marize Sarmento e Jorge Medeiros
Turma do brincarte (Recreação infantil), Luiz Alberto Machado
O galinho do francês, Luiz Henrique e Vovó Madá

5/11 (quinta-feira), manhã e tarde
Contadores de histórias do grupo Carochinha
Filho de peixe peixinho não é, Tiago Amaral
Marina traquina, Claudia Lins
A galinha saudosa, Ricardo Cabús
Bob no país das verdurinhas, Simone Cavalcante
Turma do brincarte (Recreação infantil), Luiz Alberto Machado

6/11 (sexta-feira), manhã e tarde
Trupe Navegante (Contadores de historias mirins) – PET Messias
Criar e Recrear e A história de tatibitati, Fátima Maia
Turma do brincarte (Recreação infantil), Luiz Alberto Machado
Encontro com arte educador Maciel San

7/11 (sábado), manhã e tarde
Contadores de histórias do grupo Carochinha
Turma do brincarte (Recreação infantil), Luiz Alberto Machado
Encantos contados e cantados (CD infantil), Marize Sarmento e Jorge Medeiros
Encontro com arte educador Maciel San
Varal de cordel, participação do cordelista Railton Teixeira

8/11 (domingo)
Contadores de histórias do grupo Carochinha
Encantos contados e cantados (CD infantil), Marize Sarmento e Jorge Medeiros
Turma do brincarte (Recreação infantil), Luiz Alberto Machado
Encontro com arte educador Maciel San
O galinho do francês, Luiz Henrique e Vovó Madá


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XV Feserp - Festival Sertanejo de Poesia

Posted by Railton Da Silva in

Maiores informações: http://apcfeserp.zip.net/index.html

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A perda de um amor "Parte III"

Posted by Railton Da Silva in
No dia em que me apaixonei, estava subitamente possuído por uma tamanha surrealista cegueira, que de uma hora para outra, foi tomando todo o ser penoso, constituinte de uma inocência que outrora perdera.
Diante da circunstância que agora me deparo nada poderá fazer voltar atrás. A sensação é de total liberdade, onde não sinto as mortas cansadas pernas, bem leve me encontro, rindo a toa das embaraçadas tramas da vida.
- A roda vai passar ou não?
Pergunto aperreado, pois a demora que esse troço esta para chegar em minhas mãos me deixa impaciente, e o insaciável desejo de querer cada vez mais tragar junto as maleáveis doloridas situações que me deixaram deste jeito, um miserável, mendigando as dores incansáveis desta pobre maquina que turbina as artérias, dilaceradas por um alguém.
A inocente situação apavorante causa uma dependência mais forte, mais visível a este cigarro de uma eva alucinógena e desse amor que custa sair de uma vez por todas desta aberrante alma.
- Tais rindo de que meu irmão? Esse bicho ta muito doido.
Rindo da vida, rindo de todos, rindo de você, de mim, rindo talvez de alguma coisa que não me recordo e por algumas ou várias circunstâncias me faz dar gargalhadas. E é claro que inocentemente causo constrangimento para alguns que me acompanha.
- Opa, não estou me segurando em pé.
Quase cai ao tentar me levantar do local obscuro que me encontro. O medo que antes estava dentro de mim, antes de sentir a felicidade, passou. Que chegue a policia, que venha o mundo, que tudo e todos me chamem de viciado, não estou nem aí, muito pior, nem estou nem aqui.
Vejo disfarçadamente as pessoas transitarem entre as vias terrestres da minha vida, uma a uma. Risos, choros, constrangimentos, enfim uma loucura num turbilhão maleável.
- Rapaz, esse cigarro de Jah é muito bom, tem mais?
- Caraca, esse bicho ta muito doido, é a primeira vez que ele usa.
Gargalhadas, que a priori poderia ser irônicas, mas quer saber de uma coisa, que vão tudinho pra casa do caralho.
Mas quer saber o que seria melhor mesmo?
Ah, a resposta é simples, melhor seria se Ela estive-se aqui comigo, no lugar destes marmanjos, desta sensação causada pela eva da paz.
Um dia talvez seja superada a expectativa que hoje o meu ser cria e amanhã esta mesma esperança do hoje, será do ontem e caíram todas no vão do esquecimento.
- Ih, o carinha esta chorando.
- Ah, vão todos pro inferno.
Sigo o trajeto pelas artérias da cidade.

Continua...

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"A perda de um amor" PARTE II

Posted by Railton Da Silva in
Giro, surrupiando, delineadamente, esta vida monótona de um alguém que em meio aos gritos, turbulento das rosas, não cessa de gritar o nome, o único nome que tento tirar deste meu pobre e ardente ser.
Mais prazeroso seria, se não fosse obrigado a delinear os alvos rotineiros, trajetos contínuos, movimentos que trazem apenas, o confronto ditatorial deste condizente ser, que não se contenta com os fatos ocorridos e desesperadamente afoga seus sentimentos nas goladas imaturas de um conhaque.
Belas e ardentes raparigas a dançar num ambiente promiscuo, fumaça de cigarro predomina juntamente com as hilárias conversas de um grupo de marmanjos que numa mesa ao lado conversam.
Fico olhando, até que ponto cheguei, até onde desloquei a minha terminal, juvenil vida, sendo entregue ao contraditório pensamento, ação, julgados a muito tempo, podemos dizer atrás, mesquinho.
Pagar prazer, não me traz até os meus braços o amor que um dia foi meu, ou pelo menos julguei que fossem meus, mas nada posso fazer.
Amor de cabaré chega e se vai, no final de uma noite, não posso, nem devo mentir, esse tipo de amor é o menos miserável possível, pois não existe a tamanha sandice de ver constantemente, ou melhor, de mentir em relação aos sentimentos.
A luz fosca que o ambiente encandeia, permite que uma dançarina, bela meretriz, mostre ao publico seu corpo, onde aos poucos vai transitando de um palco ao arredores das mesas. Sinicamente alguns a puxa, sentando-a em seus colos, outros acariciam suas genitálias, outros alguns coloca dinheiro em sua calcinha.
- Um drink, por favor.
Das inúmeras formas pertinentes possíveis, não encontro outra solução, a não ser deitar com outra pessoa, mesmo que não seja pelo amor proveniente de dentro de mim, será pelo menos pelo prazer.
- Me acompanhe.
Diz a atraente morena, causadora de varias alucinógenas situações num homem febril de uma decepção meramente amorosa.
Um cubículo, com uma lâmpada verde, uma cama, se assim posso chamar de cama, na parede junto com algumas fotos de revistas coladas, uma televisão e um aparelho de DVD, onde ligeiro a bela meretriz, liga e coloca um filme pornô.
- Você pode tirar a roupa, que vou me lavar e já volto.
Abre uma porta que fica quase em frente à porta por onde entramos, pude assim perceber que se tratava de um banheiro. Literalmente não consigo compreender a longa busca desenfreada pelo prazer, que se trava no ser humano, mais tudo bem.
Deito, tiro a roupa e aguardo a meretriz que logo aparece em cena, ao abrir a porta quase que automaticamente apaga a luz do banheiro, e próximo a porta, um interruptor, ela aperta e apaga a luz verde que estava sobre os meus olhos.
Depois de algumas longas suadas horas, a frieza da morena, bela meretriz que seu nome ela mesmo se incumbiu em não me dizer, ascende um cigarro e friamente me pede o dinheiro combinado.
Assim me retiro do recinto, pequeno cubículo, onde por alguns instantes ao lado de uma mulher da vida, pude esquecer esse alguém que me acorrentou e de uma hora para outra deu um ponta pé em meus sentimentos, não os preparando antes para tal situação.
Mas, conforme a trajetória da vida, diariamente o sol vem abrilhantar as nossas vidas, nesta longa e sensível jornada rumo à felicidade, chegarei a minha sublime missão.
Continua...

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Pedido via e-mail

Posted by Railton Da Silva
Bem meus queridos e amados leitores, mediante o pedido expresso de Almir Queiroz através de e-mail, em continuar a escrever e até mesmo fazer uma série sobre o tema “A perda de um amor”, decidi assim atender o pedido e continuar a escrever sobre esta bela estória, que promete.
Muito obrigado Almir Queiroz, e você também pode participar deste blog que não é feito apenas pelo Poeta e Palhaço e sim pelos queridos leitores.
Um abraço e nos encontraremos nas males traçadas linhas.

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A perda de um amor

Posted by Railton Da Silva in
Uma grande dor, preenchimento esquisito, maneira menos esperada.

A escada que agora vejo, logo após, inúmeras passadas dadas por estas pernas, que inutilmente, dão, caramujo sensorial, estreita fica, fechando a cada vez que estas represas que comporta as águas deste meu ser, vão com toneladas de causas jorra e são repreendidas.
Desconheço a turbulenta maquina que aos poucos rompe uma veia e faz doer tudo que se encontrava em perfeito estado, acabando com as esperanças que regem o trilho da vida, condutor do trem humano bobinado pelos sentimentos, priorizado por mim.
“Mim” esta pessoa andarilho, confiante na, no sentido/sentimento pouco provável no que para muito transformaria em situação meramente, você diria “sei lá” e eu “depende do ponto de vista”, mas para que isto.
O que não precisaria ser de uma forma tão complexa, desestrutura tudo que se alastrava para um rumo, olhando de um ponto de vista, claro que o seu, ignorando o que seria importante e sagrado, para mim, mas para você, profano.
Iluminadas noites artificiais, genuínas trevas escondidas por florescentes lâmpadas dos teus olhos falsos, apenas acobertava o “EU” que se deixava iludir, para proporcionar felicidades, que “EU” chamaria de falsas, claro que você contra a sua vontade, mas para curtir o momento “isso é bom”.
“Gosto tanto de Você”, para poder ser o “mais um” na lista, digamos, “utilizada”, nos jogos dos sentimentos, pipocadas friamente, mas para “que mesmo”?
Desce do palco, que contracenava, na arena dos sentimentos torturados.
Agora comprovo que as inúteis tentativas provocaram dependência, física, psíquica deste que olha as fontes luminosas, que estão lá, no alto, sobre minha e sua cabeça.
Mas, sinto cada palavra, jogadas aos meus ouvidos, provocando aceleramento do motor preso no peito, empurrando para dentro deste miserável uma espada, cravando entre os compartimentos, da forma mais agradável possível, para você.
Se não é da forma que queremos que o rio siga o seu percurso, será da mesma forma que caminho até sua foz, acompanhando as águas espelhadas, busco entender o porque do fim desse seu amor.


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Cordel "Doutor Rufino Beija-Flor e a revolta das mulheres de Lá de Fora"

Posted by Railton Da Silva in
Vou lhe contar a historia
De um homem namorador,
Essa posso te confirmar
E te dá muito valor,
Pois vi com esses meus olhos
Tudo o que se passou.
Me perdoe, se cansativo
Eu for, mas é a pura verdade,
Deste pobre homem
Que é um trabalhador.
.
Vocês podem até não acreditar,
Mais é isso sim senhor,
Essa história se passa
Com o Rufino Beija-Flor,
Que com seu jeito todo especial,
As mulheres de Lá de Fora
Ele conquistou, Junto com sua
Maladragem conseguiu ser doutor,
Doutor de Rapariga,
Logo ele se tornou.
.
Antes de Rufino Beija-Flor,
Lá de Fora não sabia,
Os perigos causados
Por essa Chefia,
Que num silêncio encantador,
Esse doutor se estalou,
Na sua simplicidade,
A todos ganhou,
Confiança sem igual,
Os moradores nele depositou.
.
Malandro boa praça,
Na verdade ele era,
Viajado, aculturado,
Tudo isso ele carrega,
Com um sultaque
Muito bonito,
As meninas a ele se apega,
Igenuamente para ele,
Sua pureza não nega
Pense num caba desenrolado da fera.
.
Quantas mulheres ele tinha,
Ao certo não sei,
As contas que fiz,
Por fim me embananei,
É de dia e é de noite,
Por hora eram três,
Se brinca era até
Com duas de uma só vez,
Esse moço era danado,
Não sei que parte ele fez.
...
.
Quer saber o final desta história, que não é estória, pois este fato realmente aconteceu, adquira já o seu exemplar do cordel, que esta fazendo sucesso de norte a sul do Brasil, e logo mais estará nos quatro cantos do mundo.
É muito fácil, e ainda mais, entrega em qualquer lugar do Brasil (correio já incluso)
Basta efetuar um depósito:
.
Favorecido: Railton Teixeira da Silva
Caixa Econômica Federal
Agência: 2404
Operação: 013
Conta: 00012628-1
Valor R$ 5,00 (cinco reais)
Logo após manda um email, para railtonteixeira@gmail.com com a numeração do comprovante de pagamento, dia, horário, agência do depósito, com endereço para envio do cordel.
.
Para os que residem em Alagoas, valor a negociar, pois não precisa pagar frete.
.
Estou aguardando o seu contato, vamos reavivar a cultura.


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Pré Lançamento do Cordel e Lançamento da Antologia Alma Brasileira

Posted by Railton Da Silva in
No último dia 12 de Setembro, em Salvador-BA, houve o pré lançamento do Cordel "Doutor Rufino Beija Flor e a revolta das mulheres de Lá de Fora" e o Lançamento da Antologia Alma Brasileira, organização da Poeta Baiana Sandra Stabile, na qual esta de parabéns pela iniciativa de reunir os poetas ou melhor como ela mesmo designa as "Almas Brasileiras" e colocar seus poemas num livro recheado de sentimentos puros e cheios de amor.
Não esquecendo da parceria entre a Antologia Alma Brasileira e do Cordel Doutor Rufino Beija-Flor... que em cada livro da Antologia, o leitor levara um exemplar do cordel, sem deixar de falar, você pode encontrar o livro nas Livrarias Saraivas ou por email que no final destas males traçadas linhas passarei.
O Lançamento ocorreu na Livraria SARAIVA MEGASTORE-Shopping Salvador, dentro do projeto Fala Escritor, coordenado pelo poeta baiano Leandro de Assis, que acontece todo segundo sabado de casa mês. Vale muito apena conferir, vários poetas reunidos, declamando seus poemas é fantatisto.
Na ocasião, houve várias recitações, muitos aplausos, e muitos risos, é claro que não faltou, muitas palavras de amor, muitos sentimentos rolando no ar, cada uma mais linda que a outra.

É claro que não poderia deixar de recitar, ou melhor, contar um pedaço do causo do Doutor Rufino Beija-Flor, houve muitas risadas, como não recitei o cordel inteiro, os presentes queriam que termina-se de contar, mas infelizmente, ou melhor, felizmente, tiveram de se dirigir ao caixa e adquirir um exemplar do livro para saber o final da trama deste homem namorador.


Além da energia que emana dos moradores da Bahia, sentir muita energia dos presentes, é claro que não poderia deixar de citar a força da Poeta Malú Freitas (foto ao lado), que me parou (depois de terminar o evento) e perguntou onde adquirir o exemplar do cordel, expliquei onde ela teria de ir e ela foi em dois minutos, Ela chega, outografo, tiramos fotos.


Nesta ocasião, quero agradeçer a todos que me incentivaram, principalmente a grande força da Poeta Sandra Stabile, que decidiu dar esta força, e é claro a Você meu querido Leitos.

Querendo adquerir a Antologia Alma Brasileira é só mandar um email para: antologiaalmabrasileira@hotmail.com
e para adquirir o cordel: railtonteixeira@gmail.com



Embaixo segue algumas fotos:






























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Primeiro dia do Projeto "Mochila nas costas, pés na estrada"

Posted by Railton Da Silva in
No primeiro dia do Projeto “Mochilas nas costas, pés na estrada” foi marcado em Salvador na Bahia, com uma grande recepção e entusiasmo da Escritora e Poeta baiana Sandra Stabile, que depois de uma pequena longa espera, recebeu o poeta popular Railton Teixeira.
O encontro na livraria Saraiva, marcou uma parceria do Projeto “Antologia Alma Brasileira” coordenado pela poeta Sandra Stabile, com o Cordel “Doutor Rufino Beija-Flor e a revolta das mulheres de Lá de Fora” que será lançado hoje a noite na Livraria Saraiva, 2º piso do Shopping Center Salvador.
Terá uma programação toda especial:
Palestra: Marketing Pessoal Para Escritores - Carlos Souza (jornalista e escritor)
Lançamento de Livro: Antologia Alma Brasileira - Sandra Stabile (Organizadora) e o Cordel “Doutor Rufino Beija-Flor e a revolta das mulheres de Lá de Fora” – Poeta alagoano Railton Teixeira
Recital Poético:-Nádia Cerqueira, Buzzy de Carvalho e Nara Góes apresentam: Renascer Poético
-Alexandre Amaral
-Renata Rimet
-Railton Teixeira -Cordel
-Carlos Alberto Barreto
-Leandro de Assis-Carlos Conrado
-Betânia Uchôa
-Elionedson-outros...
Participação Musical: Carlos Ventura e Rick Vieira
Apoio Cultural: valdeck Almeida -Projeto Fala Escritor, Casa dos poetas Brasileiros de Praia Grande

A todos que nos acompanha, o meu muito obrigado, esta vitória não é apenas deste poeta e palhaço e sim de todos.

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Lançamento da Antologia Alma Brasileira

Posted by Railton Da Silva in
Palestra: Marketing Pessoal Para Escritores - Carlos Souza (jornalista e escritor)
.
Lançamento de Livro: Antologia Alma Brasileira - Sandra Stabile (Organizadora)
.
Recital Poético:
-Nádia Cerqueira, Buzzy de Carvalho e Nara Góes apresentam: Renascer Poético
-Alexandre Amaral
-Renata Rimet
-Railton Teixeira -Cordel
-Carlos Alberto Barreto
-Leandro de Assis
-Carlos Conrado
-Betânia Uchôa
-Elionedson
-outros...
.
Participação Musical: Carlos Ventura e Rick Vieira
.
Apoio Cultural: valdeck Almeida -Projeto Fala Escritor, Casa dos poetas Brasileiros de Praia Grande

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ONDE ESTAR BELCHIOR?

Posted by Railton Da Silva in
Durante alguns dias,
Andou sumido,
O nosso Belchior,
Amado e querido.
.
Ninguém nada sabia,
Sobre o seu paradeiro,
Todos buscavam respostas,
Pelo Brasil inteiro.
.
Diziam que ele era,
Até caloteiro,
Disseram o que queriam,
Desse pobre brasileiro.
.
Os jornais falou,
Seus sucessos mostrou,
A saudade aumentou,
Onde estava o nosso cantor?
.
De vários lugares aparecia,
Muita gente que dizia,
Saber de seu paradeiro,
Mas, que coisa de fuxiqueiro.
.
No último domingo,
O fantástico encontrou,
No Uruguai,
O famoso cantor.
.
Que é apenas,
Um rapaz,
Latino Américo,
Sem dinheiro no banco.
.
O Fantástico entrevistou,
Belchior falou,
O Brasil se alegrou,
Só a saudade ficou.
.
Mas ele prometeu,
Na entrevista que deu,
Que logo, logo estaria,
De volta com a cantoria.
.
Preocupados ficamos,
Mas agora aliviamos,
Só não sabemos,
Até quando.
.
Assim se deu,
O fato do sumiço,
Belchior não estar sumido,
Muito menos esquecido.
.
Podemos sempre cantar,
Suas belas canções,
Que sempre nos fez bem,
Ao nosso coração.
.
Paro por aqui,
De contar este fato,
Te espero no próximo,
Quem sabe no bate papo.

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MOCHILA NAS COSTAS, PÉS NA ESTRADA

Posted by Railton Da Silva in
“Mochila nas costas, pés na estrada” é uma nova seção aberta aqui no blog do “POETA E PALHAÇO” que vem trazer uma aventura inusitada do Poeta Popular Alagoano Railton Teixeira, pelas estradas do Brasil, divulgando e tentando reviver a Literatura de Cordel.
Sabemos que com o passar dos anos, a Literatura vem ganhando um espaço nos lares brasileiros, cada vez mais as pessoas estão lendo, isso é uma verdade que não podemos omitir. Diante de uma outra realidade, a Literatura de Cordel, que posso dizer “Nordestina” pois se caracterizou nossa, aqui da terra, vem sendo esquecida por muitos.
Claro que não posso generalizar, mas existe inúmeros poetas populares que continuam esta saga, poderia citar vários nomes aqui, mas é um fato consumado.
Nossa primeira viagem pelas estradas desse Brasil terá como porto a terra de todos os santos, Salvador, no dia 12 de Setembro, no lançamento do Projeto ANTOLOGIA ALMA BRASILEIRA, onde reunira alguns poetas da Bahia e é claro que não poderia deixar de estar presente neste lançamento, logo após a parceria firmada com o projeto.
Depois embarcaremos por mais algumas estradas deste Brasil, mas não deixaremos de nos comunicar e assim contarei com você meu querido leitor, continue a nos escrever.
Vem conosco nesta aventura. Um beijo em seu coração. Até logo bambinos.

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UMA BOA PARA VOCÊ QUE NOS ACOMPANHA

Posted by Railton Da Silva
Você meu querido leitor, andar se perguntando como é o dia-a-dia de um poeta popular, quais são as suas atividades, ocupações, etc, etc e etc. Isso é normal, claro que temos a curiosidade de querer saber, estar por dentro, mas não podemos nos esquecer que além de ser um artista popular, somos antes de tudo, um ser humano, que esta sujeito a tudo que nos é advindo.
Pensando nisso, e em muitas outras insinuações de muitos dos nossos leitores, que diariamente nos escreve querendo saber um pouco mais sobre esta pessoa que se intitula como o Poeta e Palhaço, iremos responder algumas perguntas que serão publicadas no blog, conforme a sequência que for surgindo, seguindo assim uma ordem, para não embaralhar tudo.
Ai você me pergunta: posso participar? Claro que você também pode participar me mande um email para: railtonteixeira@gmail.com com suas perguntas, sugestões, comentários, enfim tudo que seja para edificar e crescer a cultura popular em nosso país.
No mais, um grande abraço e um xero em seu coração.

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ღ♥ღ DECLARAÇÕES DE UM POBRE CORAÇÃO ღ♥ღ

Posted by Railton Da Silva
Você pode até estranhar esse procedimento tomado agora por mim, querido leitor, mais quero expressar em poucas linhas o que senti, este POETA que ao mesmo tempo é PALHAÇO, que é ser humano, mais que com certeza muitos acham que é mais um alguém que convive as alegrias, não sabendo do que dentro de mim se passar.
Podes até se perguntar o que quero passar, mais no decorrer destas linhas, logo iras entender.
É para ღ♥ღ Débora Thauane ღ♥ღ

Diante das expressões, das atitudes que ao longo da vida fui vivendo, aprendi que ao seu lado, sou apenas um garoto.
E que dentro de mim, morre de medo ao sonhar que um dia vou te perder.
Que aos poucos fosse roubando de mim, a minha paz, o meu dia-a-dia, invadindo o meu coração.
Pelos simples e únicos, fatos de algumas noites que passamos juntos....
Pude perceber que nada nesta vida, me faz feliz do que amar você.
E que quando estou eu a chamar sua atenção, ou percebo que dentro de mim algo esta triste, corro e ligo para você.
E corro para os teus braços, para não te perder.
Essas palavras que agora descrevo e ponho para todos na web ler, são apenas o que sinto e posso falar, pois só você sabe o que dentro de mim esta.
Felicidades e tristezas, tudo faz parte da vida, e ao seu lado minha amada, desfruto de tudo o que o mundo não pode dar.
Lhe aguardo...
Lhe espero...
Te amo...
Te quero...
Razão do meu sonhar.


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Posted by Railton Da Silva

Será uma grande noite.
Prepare-se para prestigiar a volta do Poeta e Escritor Railton Teixeira.
Neste trabalho, o prefácio é assinado por Iremar Marinho, Jornalista e Poeta.

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Bate papo informal sobre literatura de cordel, para os estudantes em Arapiraca / AL

Posted by Railton Da Silva in







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Posted by Railton Da Silva
Neste mais novo trabalho, o autor Railton Teixeira, vem mais uma vez através da Literatura de Cordel, demonstrar o seu gosto pela arte que se enraizou na cultura nordestina, e aos poucos foi ganhando características próprias, que com o passar do tempo conquistou vários autores não apenas no nordeste, mas em todo o país.
E logo estará a disposição do publico.

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Posted by Railton Da Silva
Estamos mais uma vez nos encontrando, engraçado, há dias que não escrevo, nem posto nada no blog, confesso a imensa saudade que dentro de mim estava latente. Mas estou de volta e desta vez com algumas modificações e inovações.

As primeiras mudanças a serem notadas no blog, é o Layout. Para mim ficou legal, deu uma nova visibilidade para o que quero trabalhar, e trás um conforto visual, tanto para mim quanto para vocês, que acompanha o Poeta e Palhaço.

Diante de tudo que foi exposto, teremos novidades no decorrer do trajeto, a começar com as entrevistas, que se dará mensalmente com algumas personalidades culturais, ou até mesmo com os grupos artísticos, que junto com o Poeta e Palhaço divulgam o folguedo em nosso país. E não acaba por aí, aos poucos irei revelando, mantenham a paciência.

Mas, estamos aí, escrevendo, trazendo novidades, nos encontraremos nos próximos escritos, que será em breve.

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Posted by Railton Da Silva
Muitos te olham...
Com aquele olhar frio, você nem liga, sabe que é passageiro.
Mas tem um alguém que não esperamos tais atos.
Incompreensões de fato.
Bagunça que acho um barato.
Desestrutura como um ato.
O ser desolado.
Quando menos esperamos...
É lá que esta...
A pessoa ideal, que não esperamos nos machucar...
E nela confiamos absolutamente amar...
Menos podemos esperar...
E um dia se decepcionar.

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Posted by Railton Da Silva
Eita que saudade louca de te sentir,
nem que fosse apenas um minuto
e o mundo inteiro desmorona-se sobre mim,
e assim viver feliz,
talvez por um triz de um sonhador
que se encantou, perdendo-se de amor.
louco,
sadico,
boenio,
sereno,
inquietudes infames que corroi
e consome um pobre sonhador.

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Posted by Railton Da Silva
Existe uma coisa que muitos saem a procurar, chegando no meio do caminho a se desesperar e a largar o barco, no trajeto inicial e morrem na praia.

Muitos vivem essa coisa, mais tem o maior medo de se expressar, não se sabe o porquê, mais que se olharmos direitinho eles tem lá os seus motivos.

Alguns temem as consequências oriundas dessa louca e infame coisa, que a priori julgam não acreditar nela, estufam no peito, se escondem atrás de grandes idéias, filosofias, pensamentos arbitrários, em busca de que?

Infelizes são os momentos em que escrevemos e não dedicamos o que surgi a alguém, a um alguém que por hora lhe faça sentir o que em muitos dias da sua vida não sentira.

É muito mais fácil viver, vivenciar a cada momento que essa coisa proporciona, do que jogar palavras ao vento, poeira ao leu, e assim conviver no meio do grão solei.

Inúmeras expectativas criadas, nomenclaturas dadas, a um único sentimento que nos liga a uma outra pessoa, não se preocupe, podes chamar de como quiser: Amor, Gostar... enfim fique a vontade, a vida é feita por nós, e podemos nominar os acontecimentos nela existente, e assim ser feliz...

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Posted by Railton Da Silva
Caminhar até encontrar um lugar ao por do sol.

Para ver a vida passar e lá se aconchegar.

Juntos podemos sonhar e amar, correr e brincar.

Um lugar de encontro à vida, pondo as expectativas e esperança junto com o sorriso e alegria de te ter.

Seria talvez, nada seria, se buscar a verdadeira felicidade e querer estar ao teu lado, você que é quem possibilita as melhores vias rumo ao sonho tão esperado...

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Palavras jogadas ao vento

Posted by Railton Da Silva in
É estranho, sinceramente por mais que eu possa buscar justificativas, por mais que eu busque nos olhares, que procure em meio ao silêncio, no vão da obscuridade, no sentido da gravidade, volte ao tempo dos grandes romancistas, não tenho explicação, apenas tenho, ou melhor eu sinto o que dentro de mim exprime.

Claro que não podemos julgar tudo arbitrariamente, mas podemos dar sentido as coisas que julgamos ser.
Ser feliz pode custar caro, como também pode custar muito pouco, pode levar a vida inteira para encontrar, podem requerer algumas escolhas, algumas opções.
Mas nada, nada volta a ser como era antes, tendo nós que fazer da nossa oportunidade a única, e não querer ou exigir que a vida seja menos cruel, a crueldade esta na forma como nos relacionamos e abraçamos o nosso dia-a-dia.
Não brincar com os sentimentos das pessoas, nem engana-las, não é ser sincero com ele ou com ela, e sim consigo mesmo, é retribuir tudo aquilo que este alguém, fez ou faz, e que nos deixa extasiado com tanta alegria, que se soubéssemos cultivar, não seria apenas por um momento, ou coisa passageira, e sim algo tão valioso, que por mais longo o espaço de tempo que se tenha sem manter contato, ficara em nossos corpos o ultimo e eterno abraço.
De que adianta fingir com palavras o que não se faz realmente, a melhor forma é agir, fazer, para que amanhã ou depois esta mesma criatura possa dizer, sou feliz ou fui feliz ao teu lado, não me fala-se, mas me demonstra-se nas mais simples e singelas atitudes.
O grande sábio não é aquele que grita para o mundo que é, e sim demonstrar ser.
Buscar a verdadeira felicidade consiste como procuramos e com quem procuramos.

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Pequenos detalhes

Posted by Railton Da Silva in
Pode alguém mudar da água para o vinho?

Parar de acreditar que tudo era até então ilusão.

Que nada mais era que uma falsa busca, uma falsa tentativa de ser feliz.

Que a verdadeira felicidade esta nas coisas simples, nos pequenos olhares, nas pequenas alegrias, na tamanha saudade, na distância que nos interpela, nos risos que nos carrega.

Que a verdadeira felicidade está tão perto como também tão longe, depende do lugar de onde avistamos, e como queremos avistar.

Nada passa sem que possamos permitir.

E que o amor que sinto dentro de mim é mais forte, pelo simples e determinante motivo de que um alguém me deixa assim.

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Você me mostrou o que é, viver

Posted by Railton Da Silva in
Para Débora Thauane

Sei do meu grande ato falho.
Sei que não podemos deixar de elogiar, de lembrar, de agradar as pessoas que estão ao nosso lado, confesso que me deixei levar pelo vão da vida. Não posso deixar de me culpar. Eu acredito que tenha ocorrido um pouco de brutalidade de minha parte, pelo simples fato do meu passado, e por meu hoje, que estar em processo de mutação, metamorfose.
Estou muito mal, ñ consegui dormir a noite passada, a consciência esta pesada...
me perdoe...
Não gostaria de me culpar a vida toda, muito menos cometer outro ato falho desse.
Gosto muito de você, lhe sou muito grato por me ensinares as grandes questões da vida.
Por estar aqui bem juntinho a mim, a me mostrar que a vida é bela, e que, ñ queria dizer isso, mas estou começando à acreditar que o AMOR de fato existe, pode até parecer brincadeira, mas é uma grande realidade.
E que tudo que escrevi e escrevo pode ser ou melhor, é verdade, não é mentira. O que a vida inteira, falei sem dar credito, apenas da boca para fora, o que coloquei em meus personagens, jurando que era apenas ficção, de fato é o busquei sem saber, que é o que sinto, o que vivencio ao teu lado, essa coisa chamada amor sem acreditar se era verdade ou não, mas, o gosto, o sabor posso experimentar, vivenciar ao seu lado.
E assim os dissabores que a vida nos apresenta pode ser antes de mais nada encarado com uma maior leveza...
E que podemos ser felizes se soubermos amar e ser amado, dando prioridade, a algumas coisas que julgamos ser mais importantes.
E ao estar junto da pessoa que gostamos, amamos sei lá, podemos esquecer o mundo que é tão corrupto e cruel
E entrar no mundo da fantasia.
Só você, me mostrou o que é viver.
Foto montada por: Débora Thauane

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