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II FLIBO - FEIRA LITERÁRIA DE BOQUEIRÃO


Segunda edição da Feira Literária de Boqueirão homenageia o Escritor Ariano Suassuna e trata o tema Diversidade e Identidade Cultural: Preservando os saberes e fazeres de um povo.

De 24 a 27 de março, venha viver Boqueirão, a "Cidade das Rimas e Letras"

Serviço
onde fica
BOQUEIRÃO - PARAÍBA
quando ir
24/3/2011 a 27/3/2011
quanto custa
GRATUITO
contato
flibopb@gmail.com
Fonte: Divulgação

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Leandro Gomes de Barros, o pai do cordel

Posted by Railton Da Silva in
| RAILTON TEIXEIRA
(Artigo publicado no Jornal Gazeta de Alagoas - 25/11/2010)

Em 19 de novembro de 1865 no então município de Pombal, na Paraíba, nascia o grande gênio da cultura popular, Leandro Gomes de Barros, que segundo Marco Haurélio, estudioso da literatura de cordel relata que: “Não é absurdo afirmar que este autor é o “pai da literatura de cordel brasileira”, já que explorou e deu forma a todos os gêneros e temas, preparando, assim, a estrada na qual os vates populares transitam ainda hoje”.

A existência deste autor que viveu no século 19 e enveredando pelo século 20 para a literatura de cordel foi sem sombras de dúvidas de extrema importância, uma vez que Leandro Gomes de Barros é considerado como o Carlos Drummond da literatura de cordel, que por meio do seu brilhantismo literário possibilita ainda hoje muitos autores as técnicas e métricas que criteriosamente temos nos mais variados estilos dos folhetins.

Com um legado de mais de mil folhetos de cordéis publicados, Leandro Gomes de Barros, foi o pioneiro na modalidade rimada do cordel, e foi o responsável pela difusão da literatura pelo Brasil, sendo considerado o maior editor da modalidade, antes mesmo de José Martins de Athayde, o poeta popular que nunca frequentou uma escola e aprendeu a ler e escrever sozinho.

Dentre as aproximadamente mil obras publicadas por Leandro, citamos algumas que ganhou destaque no cenário nacional que são: O cavalo que defecava dinheiro, História da Donzela Teodora, História do Boi Misterioso, Batalha de Oliveiros com Ferrabrás, Como Antônio Silvino Fez o Diabo Chocar e muitos outros clássicos da cultura popular.

Leandro Gomes de Barros em seu folheto Peleja de Manoel Riachão com o Diabo faz um auto retrato de sua pessoa, que segue assim: Os traços de Leandro Gomes de Barros / A cabeça, um tanto grande e bem redonda, / O nariz, afilado, um pouco grosso: / As orelhas não são muito pequenas, / Beiço fino e não tem quase pescoço. / Tem a fala um pouco fina, voz sem som, / Cor branca e altura regular, / Pouca barba, bigode fino e louro, / Cambaleia um tanto quanto no andar. / Olhos grandes, bem azuis, têm cor do mar: corpo mole, mas não é tipo esquisito / Tem pessoas que o acham muito feio, / Mas a mamãe, quando o viu, achou bonito!

Não poderia deixar passar em branco esta data tão especial para nós que fazemos a literatura de cordel, uma vez que esta mesma arte foi uma das responsáveis pela criação da identidade popular nordestina e que nomes como o de Leandro Gomes de Barros e de muitos outros foram e são responsáveis pela caracterização popular e que não deixam a arte esmorecer.

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Saiu edital para autores que queiram lançar livro na Bienal Internacional do Livro em Alagoas 2011

Posted by Railton Da Silva in

Autores que tiverem o interesse de lançar seus livros na Bienal do Livro 2011, que será realizada no mês de outubro, poderão participar através do cumprimento do edital. As inscrições dos trabalhos aconteceram no período de 31 de janeiro a 8 de abril.

Maiores informações consultem o edital.


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DIA DO CORDELISTA, DIA DE LEANDRO

Posted by Railton Da Silva in

Esta postagem me foi enviada por Marco Haurélio,
autor do blog CORDEL ATEMPORAL [marcohaurelio.blogspot.com]

19 de novembro de 1965. Nesse dia, veio ao mundo Leandro Gomes de Barros, o poeta mais lido da história do Brasil. No meu livro Breve História da Literatura de Cordel (Claridade), dediquei algumas páginas à vida e a obra do grande gênio da poesia popular brasileira:

“Para entendermos melhor o processo, precisamos retroceder às últimas décadas do século XIX, quando surgiu Leandro Gomes de Barros, nascido no sítio Melancia, então município de Pombal (PB), a 19 de novembro de 1865. Não é absurdo afirmar que este autor é o “pai da Literatura de Cordel brasileira”, já que explorou e deu forma a todos os gêneros e temas, preparando, assim, a estrada na qual os vates populares transitam ainda hoje.
Leandro migrou para a região do Teixeira, ainda na Paraíba, um dos berços da poesia popular do Nordeste. Aos 15 anos, mudou-se para as cidades pernambucanas de Vitória, Jaboatão e, finalmente, Recife, onde permaneceu até sua morte, ocorrida a 4 de março de 1918. Na capital pernambucana, ao lado dos confrades Francisco das Chagas Batista e Silvino Pirauá de Lima, Leandro ajudou a escrever algumas das mais belas páginas da história da cultura brasileira.

Com ele surgiu a figura do editor de Cordel que escrevia, publicava e distribuía a sua produção.

Nas raras horas de lazer que a lida da roça proporcionava, as pessoas se reuniam em torno de alguém que soubesse ler, e se deleitavam com os romances de Leandro: O cachorro dos mortos, Os sofrimentos de Alzira, Juvenal e o dragão, A força do amor, Peleja de Manoel Riachão com o Diabo,História da donzela Teodora, O boi misterioso. Estas e muitas outras obras já ultrapassaram com folga a casa dos milhões de exemplares vendidos, e são reeditadas há mais de cem anos, interruptamente. Nenhum poeta brasileiro o superou em número de leitores. Paradoxalmente, seu nome é pouco conhecido. Isto, em parte, pode ser atribuído às contrafações do editor João Martins de Athayde, paraibano de Ingá do Bacamarte, personagem de destaque na história do Cordel.”
(...)

(Págs. 20-21)

Fonte: Texto e Foto do Blog "Mundo Cordel"

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Ganhadores da campanha no Twitter

Posted by Railton Da Silva in

No último dia 12 de Novembro, foi realizado o sorteio para quem RT através do Twitter, houve uma grande participação da galera em geral, mas segue abaixo a relação dos ganhadores.

@sapo_aj

@GustavoMarinho_

@CafecomReggae

@ReggaerBoy

@vozativa01

Cada um ganhou três exemplares do cordel “O encontro de Michael Jackson com o cangaceiro Lampião”.

Os ganhadores tem de mandar um email para railtonteixeira@gmail.com contendo endereço e nomes para dedicatória.

Quem participou muito obrigado e quem não participou não faltara oportunidades.



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Tayra partiu para o Recanto das Letras Almadas

Posted by Railton Da Silva in

Com muito pesar recebi a noticia do falecimento de Tayra, no final da tarde desta terça-feira, 09.

Tayra, jovem de 24 anos, era produtora do Papel no Varal, movimento que revoluciona Alagoas a mais de um ano, projeto que é de iniciativa do Poeta Ricardo Cabus e que leva aos quatro cantos de Alagoas a autentica poesia de uma forma atraente e exposta em um varal.

O sepultamento será realizado no Cemitério Parque das Flores nesta quarta-feira, 10, às 13h.

Abaixo o poema que Tayra mais gostava:

A passagem
Lêdo Ivo

Que me deixem passar - eis o que peço
diante da porta ou diante do caminho.
E que ninguém me siga na passagem.
Não tenho companheiros de viagem
nem quero que ninguém fique ao meu lado.
Para passar, exijo estar sozinho,
somente de mim mesmo acompanhado.
Mas caso me proíbam de passar
por ser eu diferente ou indesejado
mesmo assim eu passarei.
Inventarei a porta e o caminho
e passarei sozinho.

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Adquira o seu exemplar do Cordel - O encontro de Michael Jackson com o cangaceiro Lampião

Posted by Railton Da Silva in


O encontro de Michael Jackson com o cangaceiro Lampião
Meus queridos leitores
Peço a vossa permissão
Para vos contar um causo
Que vi e guardei no coração
O encontro do Rei do pop
com o temido Lampião.

Esse causo procedeu
Em uma de minhas andaças
Por estas longas estradas
Andando sem esperança
Encontrei com esses caras
Imaginem a lambança.
...
Continua...

Na Próxima Sexta-Feira, dia 12 de novembro, sorteio de 15 Cordeis entre os que RT pelo Twitter está mensagem: Sorteio do cordel - O encontro de Michael Jackson com o cangaceiro Lampião, na próxima sexta dia 12, RT para ganhar

Siga o Poeta e Palhaço pelo Twitter @opoetaepalhaco

Quer saber como se procedeu este encontro entre o Rei do pop com o Rei do cangaço?
Por apenas R$ 4,00 (dois reais) já incluso o frete para todo o Brasil, você saberá como foi este encontro que valei-me, meu padim padrinho Ciço, foi dos diabos e ajudará a cultura popular a não morrer.
Maiores informações: (82) 9996-0734 ou pelo e-mail: railtonteixeira@gmail.com

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O respeito que foi responsável pelo sabor de cereja

Posted by Railton Da Silva in

Respeito a tua livre decisão

Seu puro sentimento de amizade

Fruto do carinho brotado no coração

Responsável pela real necessidade.

Respeito o seu desejo de ser apenas amiga

Mas acredito no seu humilde amor

Um sentimento que empurrei com a barriga

Responsável pela minha forte dor.

Respeito pois tem o livre arbítrio

De desejar quem quer que seja

Causador do forte e ardente delírio

Responsável por esta eterna peleja.

Admiro a sua inocência silenciosa

Livre de qualquer juízo de valor

Insiste beijo que ficou ociosa

Não permitido ao menos outro sabor

Eu querendo e não respeitando o teu amor.

[Não culpo nem culparei

quem quer que seja,

a culpa foi do sabor

do gosto do teu beijo

puro como cereja...]

Se eu um dia desejei e alcancei, outro tenho a certeza que não terei mais...

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PAPEL NO VARAL PROMOVE UM FINAL DE TARDE POÉTICO NO CENTRO DE MACEIÓ

Posted by Railton Da Silva in
Neste mês de outubro, o Instituto Lumeeiro promove um evento temático do Papel no Varal no Bar do Chopp, em parceria com a SEMPMA (Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente). Trata-se do sarau ecológico, que contará com a seleção de 100 poemas relacionados à temática do meio ambiente. As poesias serão penduradas no varal e declamadas por convidados e pelo público presente. O evento será enriquecido com a apresentação musical de Robson Amorim, a exposição “O mundo aos seus pés” do artista Alex Barbosa e a montagem de varais de poesia em torno do Bar do Chopp, propiciando ao publico transeunte a apreciação dos poemas, bem como interagir com o evento.

“Retiro semelhanças de árvores comigo.
Não tenho habilidade pra clarezas.
Preciso de obter sabedoria vegetal.”

Os versos de Manuel de Barros compõem um dos poemas que vão estar dispostos nos varais de poesias. O poeta será homenageado nesta edição do projeto por utilizar
em muitas de suas poesias referentes ligados ao meio ambiente e o homem.

No intervalo do sarau, o musico Robson Amorim promete animar o público com um repertório cheio de samba e poesia, o que não pode deixar de acontecer no tradicional Bar do Chopp.

Assomando-se aos poemas, Alex Barbosa mostrará “O mundo aos seus pés”, uma exposição de 13 colagens ligadas ao tema do evento.

Para Ricardo Cabús, idealizador do projeto, levar o Papel no Varal ao Bar do Chopp no Centro da Cidade é uma busca do encontro de um movimento da poesia de hoje com um espaço da boêmia do passado.


SEMPMA – a parceria da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (SEMPMA) com o Papel no Varal tem o objetivo de sensibilizar e mobilizar as pessoas a aderir à preservação ambiental de forma ecoeducativa, cultural e de lazer.

PAPEL NO VARAL – O formato do Projeto Papel no Varal iniciou em março de 2009, em Maceió, a partir do lançamento do Programa Minuto de Poesia (no ar na Rádio Educativa FM, 107.7MHz, em Maceió-AL), criado por Ricardo Cabús, idealizador do projeto. Desde 29 de abril de 2009 (data do primeiro sarau) já foram realizados dezenas de eventos em diversos bares, livrarias e espaços culturais de Maceió. No formato, os presentes podem ler no palco qualquer poema do varal (exclusivamente) desde que não seja o autor.

SERVIÇO
Papel no Varal
Tema: Meio ambiente
Dia: 15/10/2010, sexta-feira
Horário: 17h
Local: Bar do Chopp (Centro de Maceió)
Entrada gratuita
Participação Musical: Robson Amorim
Exposição: “O mundo aos seus pés” de Alex Barbosa
Curadoria da Exposição: Cristina de Macedo
Reserva de mesas e Informações: 8872.1705 / papelnovaral@lumeeiro.org /
Sobre o Papel no Varal: http://cacosinconexos.blogspot.com
Coordenação: Ricardo Cabús
Produção: Tayra Macedo
Promoção: Instituto Lumeeiro
Apoio: Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente, Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Associação Aliança Comercial de Maceió, Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió, Instituto Zumbi dos Palmares / Rádio Educativa FM, Sorvetes Fika Frio.

Fonte: Divulgação/Ricardos Cabus

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Ricardo Cabús lança o Livro Cacos Inconexos pelo Instituto Lumeeiro

Posted by Railton Da Silva in


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Presença na homenagem ao Doutor Honoris Causa Ariano Suassuna

Posted by Railton Da Silva
Foto: Lídia Lemos

O Poeta, Escritor e Dramaturgo Ariano Suassuna, esteve em Maceió no último dia 24 de agosto, para receber o título de Doutor Honoris Causa, pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

Só a título de informação, a concessão do Honoris Causa, foi criada na Idade Média, sendo o título de maior importância da UFAL, que apenas é concedido para personalidades que se tenha distinguido pelo saber ou por sua atuação em prol das artes, das ciências, da filosofia, das letras. E a entrega do título conserva o mesmo ritual desde quando foi instituída.

E é claro que este Poeta e Palhaço não poderia faltar, deixar de prestigiar este ícone da cultura brasileira, na qual sou suspeito de falar, tendo em vista o meu respeito e admiração por este “camarada”.

Ainda conversando, tirei uma foto ao seu lado, batemos um papo cabeça, pois numa conversar informal ele transmite domínio e conhecimento sobre a área e não cansa quem está ouvindo.

Confira o artigo que este Poeta e Palhaço publicou no Jornal Gazeta de Alagoas no dia 27 de Agosto, no Opiniões de Railton.

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O poeta e palhaço na PSICOFITS

Posted by Railton Da Silva


De volta à ativa, o poeta e palhaço, voltou a fazer apresentações e a divulgar os seus trabalhos em literatura de cordel, desta vez na Faculdade Integrada Tiradentes, no evento do curso de Psicologia, Psicofits.




A convite de Eyre Malena, acadêmica do curso de Psicologia, este poeta popular esteve na Psicofits e declamou alguns cordéis de sua autoria e é claro com exclusividade o mais novo trabalho um mote decassílabo “Que conversa da Molesta” (logo estará a disposição dos leitores).




Obrigado Eyre e organizadores do evento, um abraço a todos e nos encontramos nos próximos.
Agradeço a assessoria de Etni Pereira...

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Tristeza, O Kanoas Bar me deixou decepcionado

Posted by Railton Da Silva

Bem, o Poeta e Palhaço, divulga os seus trabalhos nas noites em Maceió, nos bares e restaurantes. Através de muito sacrifício, muitos nãos, esse artista popular não desanima e com muito carinho, faz do amor sua sobrevivência, tendo em vista que é a partir da comercialização dos seus cordéis, Ele, se mantém e paga as suas despesas pessoais.

Com muita receptividade, os bares e restaurantes localizados na orla de Pajuçara e Ponta Verde, bem como as barracas de tapioca, foram amigáveis e permitiram que esse poeta popular divulga-se o seu trabalho nas mesas, nada mais que justo, apresenta aos clientes a Literatura de Cordel, fruto do seu surto literário.

Desta maneira, conseguiu fazer muitos contatos, entrevistas, queremos destacar a Jornalista Luciana Martins que fez uma bela entrevista com este artista popular, para o jornal on-line Primeira Edição, matéria esta que só foi possível através do conhecimento nas noitadas de trabalho.

Sem muito discurso e alarde, O Poeta e Palhaço, chega nas mesas se apresentando da seguinte maneira: “Olá, boa noite, Eu sou Railton Teixeira, um pequeno poeta popular de Alagoas e estou divulgando o meu terceiro trabalho em literatura de cordel” e num desenrolar, apresenta o seu cordel, declama um pedaço se possível, ver o interesse do leitor e se retira agradecendo.

E neste último final de semana, para ser mais coesivo, domingo dia 21 de março de 2010, ao chegar ao Kanoas Bar, que fica localizado na praia de Ponta Verde, Railton Teixeira, foi abordado pelo segurança que relatou: “olha não leve a mal não, mas aquele cara que está atrás de você é o dono e ele não quer ninguém passando nas mesas”. Foi estranho a abordagem do segurança, pois quando pela primeira vez ao comercializar o Cordel no Bar, foi-se dirigido a gerente e ela amavelmente concedeu a passagem nas mesas, e aos finais de semana o poeta comparecia ao estabelecimento, pedia autorização à gerencia e se dirigia as mesas.

E sem mais nem mesmo, sem o mínimo respeito para com o artista, a gerencia, nem o próprio dono veio conversar, explicar, dar algum posicionamento, uma verdadeira falta de educação, pois acham que podem desrespeitar e desmerecer, pois a abordagem que sofreu foi humilhante.

Claro, que eles permitem se quiser o transito dentro do estabelecimento, e a comercialização de algo, mas a educação cabe em todo lugar, mediante que educadamente permitiu o transito dentro do estabelecimento, ai vos fazemos uma pergunta, por que a gerencia não apresentou os motivos deste poeta popular, depois de um mês de idas e vindas, não poder apresentar aos seus clientes os cordéis? Já que, o Poeta e Palhaço, não esta pedindo nas mesas.

Mas este artista popular não desanima e sobrevive comercializando seus cordéis nas noites em Maceió, e a partir de hoje com informações para vocês.

Beijos nos corações meus queridos leitores, e avante vamos regatando a literatura de cordel e tentando sobreviver da arte, o que é difícil em nosso Estado, mas não impossível.


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Cordel - O Encontro de Michael Jackson com o cangaceiro Lampião

Posted by Railton Da Silva in


O encontro de Michael Jackson com o cangaceiro Lampião
Meus queridos leitores
Peço a vossa permissão
Para vos contar um causo
Que vi e guardei no coração
O encontro do Rei do pop
com o temido Lampião.

Esse causo procedeu
Em uma de minhas andaças
Por estas longas estradas
Andando sem esperança
Encontrei com esses caras
Imaginem a lambança.
...
Continua...
Quer saber como se procedeu este encontro entro o Rei do pop com o Rei do cangaço?
Apenas R$ 2,00 (dois reais) + frete, para todo o Brasil.
Maiores informações: (82) 9996-0734 ou pelo e-mail: railtonteixeira@gmail.com

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Que nada...

Posted by Railton Da Silva in
As vezes na vida temos a leve sensação
De que tudo o que temos o que somos
Desmoronou caiu no chão.
As vezes na vida a nossa companheira
É a solidão.
E ficamos a imaginar...
Cadê as pessoas que amamos?
Ninguém estende a mão.
E mais uma vez
Escorre pelos nossos olhos a emoção
Contida lá dentro.
Do abandono...
Só resta as lembranças do que passou
E deixou uma, mais uma marquinha.
De felicidade...
Ai perguntamos: onde está alguém
Para mim fazer feliz?
Não aparece ninguém...
Nem o amor...
Muito menos aquela pessoa que diz
E que julga que amar...
Ao menos uma ligação...
Que nada...
Nada é para sempre, dura apenas
O essencial para sermos felizes...

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Jacintinho nem se nasce, nem se morre

Posted by Railton Da Silva in
18 de fevereiro de 2010 |
| RAILTON TEIXEIRA*
Moro neste bairro há quase 23 anos, e muitas coisas já vivi e presenciei. Um bairro, que eu costumo dizer o mais populoso e habitado da Grande Maceió, onde tem um alto índice assustador de violência, homicídio, comercialização de drogas (que é o tráfico), analfabetismo e prostituição de adolescentes e adultos.

Não se sabe exatamente, há quantos anos o bairro foi habitado, há quem diga que 100 anos, mas ao certo, o que se sabe é que o Senhor Jacinto Athayde, foi o primeiro proprietário das terras deste bairro, e hoje essa extensão de terra recebe carinhosamente e no diminutivo o seu nome, Jacintinho.

Um povo receptivo e caloroso, forte e fervoroso na fé. A primeira capela neste bairro foi a de Santo Antônio, hoje Paróquia de Imaculada Conceição, que é administrada atualmente pelos padres da Missão, Adriano e Rogério. Dela veio outras comunidades e paróquias e uma miscigenação junto com outras denominações cristãs e não cristãs.

Mas é lamentável que neste querido bairro com aproximadamente 200 mil habitantes não exista uma maternidade, sendo necessário que as gestantes se desloquem para outros bairros, e assim os futuros habitantes não são “jacintinhenses” e sim oriundos de outras localidades. Onde em muitos dos casos, as gestantes são impedidas de ter seus bebês, chegando a dar a luz nos táxis, nas ambulâncias, mas nunca no Jacintinho.

O que muitos, ou melhor, quase ninguém, nem eu mesmo sabia, é que o velho “Jaça”, apelido carinhoso, dispunha de uma maternidade chamada de Nossa Senhora do Bom Parto, dados esses que eu pude comprovar através de algumas certidões de nascimento de alguns moradores que nasceram lá e que há algumas décadas atrás foi fechada, e no local da antiga, falida maternidade, hoje há residências.

Se para nascer é essa burocracia toda, para morrer é pior ainda. Apesar das mortes, como nos diz o linguajar popular, “morridas”, que são as de causas naturais e doenças, as mortes “matadas”, que são as mortes através de assassinatos, chacinas, o bairro não dispõe de cemitério, impedindo assim que os falecidos, que aqui residiram, sejam enterrados neste bairro que é tão querido e amado por seus moradores.

Diferentemente da maternidade, o Jacintinho nunca teve um cemitério sequer, sabemos das super “lotações”, dos cemitérios, São José, Nossa Senhora da Piedade (os mais populares, onde a maioria da população recorre para sepultar seus entes queridos). Com certeza daqui a alguns anos será necessário outras localidades para enterrar os “mortos” porque deixar em cima da terra, o indivíduo, não dá, seria uma falta de respeito para com aquele que contribuiu aqui em nosso meio.

O Jacintinho, uma localidade tão grande, com alguns lugares que ainda não estão ocupados poderia sim ter um cemitério, mas o que acontece, ou melhor, o que ouvimos são as desculpas de muitos, que quadrienalmente vão ao bairro e depois se esquecem daqueles que aqui habitam.

Uma maternidade e um cemitério, nesta localidade seriam de grande utilidade, nós moradores ficaríamos felizes que os nossos filhos nascessem aqui e que pudéssemos ser enterrados nesta grande localidade.

(*) É estudante de Jornalismo e poeta popular de Alagoas.


Fonte: Jornal Gazeta de Alagoas
http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?cod=160558&ass=37&data=2010-02-18

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1 FLIBO - Feira Literária de Boqueirão

Posted by Railton Da Silva in


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Presença no Sarau Poetico "PAPEL NO VARAL"

Posted by Railton Da Silva in


Evento literário em Alagoas, podemos dizer que é raro. Mas numa iniciativa do poeta alagoano Ricardo Cabus, houve na última quarta-feira, dia 03/01, no museu Theo Brandão, no bairro Jaraguá, o sarau poético, intitulado como Papel no Varal, desta vez, pela proximidade do carnaval, foram expostos poemas eróticos.


E é claro que o Poeta e Palhaço Railton Teixeira, não poderia perder. Além de prestigiar e incentivar o poeta Ricardo, a noite foi de reencontros com os poetas que há dias não os via e estreitar os laços com os poetas que ainda não fazia parte do seu ciclo artístico.
Com censura de 18 anos, o sarau foi repleto de poemas eróticos, de diversos autores, tanto de Alagoas, como do mundo.

Presença dos Poetas: Tchello de Barros, Camila de Magalhães, João Rafael, Chico de Assis dentre outros...
O poeta e palhaco Railton Teixeira declamando um poema erótico
Tchello de Barros, declamando outro poema erótico

A poetisa Camila de Magalhães declamando outro poema erótico
O poeta e Palhaço ao lado do idealizador do projeto Poeta Ricardo Cabus

O poeta e palhaço ao lado do Poeta e Ator Chico de Assis


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Entrega Desnuda

Posted by Railton Da Silva in
Desnudamente seus adocicados lábios
Com tanta e tamanha brutal força
Nos meus por alguns longos e eternos
Instantes seguraram forçosamente.

Beijos recheados com seus lindos
E mirabolantes cabelos lisos
Deram a sensação e o sabor
Dos quão sensuais incumbidos segredos.

Delirantes na força do desejo
De cada vez mais possuir e ter
Rolamos na praia de prazer.

E pouco a pouco entregues a mercê
De corpo e alma num profundo silêncio,
Quebrado pelos suspiros nos meus ouvidos:

Eu te amo!!!

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Troca de valores

Posted by Railton Da Silva
09 de janeiro de 2010 |
| RAILTON TEIXEIRA*
Neste fim de ano, enquanto muitos de nós comemorávamos a chegada de 2010, outros sofriam, choravam e até mesmo viraram o ano se lamentando com uma cena não tão “comum”, diria eu nesta mesma e igual proporção, que dias atrás, nas vésperas do ano-novo, castigou o Sudeste brasileiro.

Acompanhamos nos noticiários as lamentáveis manchetes dadas das fortes chuvas que assolaram Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, e causou verdadeiros estragos acompanhados de enchentes, destruindo famílias, acabando com lares e a esperança de um 2010 mais alegre e feliz.

Como será que essas famílias encararam os próximos fins de ano? Certamente com algumas lembranças tristes, outras chorando a morte de alguns entes queridos que se foram nestas enxurradas.

Na verdade essa é uma reação da natureza para com a ação humana, ouvi muitos me relatarem que “é castigo de Deus, eles lá (os atingidos) fizeram por merecer, e nós não”. Não acredito neste determinismo que muitos julgam ser divino, pois acho que não somos marionetes de Deus, ou até mesmo ele não teria uma “cadernetinha”, onde anota as ações de cada um e consequentemente as punições que serão a nós aplicadas.

Acredito sim, que a natureza ela segue a lei da “ação e reação”. Para toda uma ação humana com a natureza, existe uma reação da mesma para com o homem, pois a mãe natureza cada dia que se passa sofre modificações, danos e muita poluição, por muitos que querem brincar de criador. Não é que seja como muitos dizem “castigo”, mas uma forma de auto-defesa do meio ambiente.

“O sertão vai virar mar. Dá no coração o medo que algum dia o mar também vire sertão”, já nos dizia a canção, ou até mesmo a profecia de Antônio Conselheiro, pelo jeito, como as coisas, ou melhor, os caminhos traçados pelos homens, e as falsas promessas de mudanças, como foi o caso do acordo da conferência de Copenhagen, leve a esses desastres ecológicos.

Posso dizer que fomos abençoados por poder receber o ano que chegou, apesar de que em alguns lugares do nosso País com desastre, mais algumas ameaças de chuvas por aqui, pudemos aproveitar. Com violência ou não, noticiou a Gazeta de Alagoas 15 homicídios. Teve até umas pausas na queima de fogos na praia de Ponta Verde, acredito que tenha sido “consciência” pelo acordo da conferência de Copenhagen. “Vamos dar uns intervalos para aliviar a camada de ozônio, e o efeito estufa, pois vários lugares estão soltando fogos, somos conscientes”.

Espero que esse ano de 2010 que aos poucos adentra em nossas vidas, faça em nós um despertar para a realidade sócio-ambiental, e que a nossa consciência acorde e nos dê coragem para encarar a vida com menos consumismo e mais responsabilidade.

Com certeza outros desastres como esse, que assustadoramente vêm ocorrendo, não apenas no Brasil, mas no mundo, não tornará a acontecer, ceifando assim as vidas que habitam a “Mãe Terra”.

(*) É estudante de Jornalismo e poeta popular de Alagoas.

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?cod=158730&ass=37&data=2010-01-09

Jornal Gazeta de Alagoas

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O mau uso da internet

Posted by Railton Da Silva in
03 de janeiro de 2010 |
| RAILTON TEIXEIRA *
A internet é um meio muito eficiente de comunicação. Onde nos possibilita a reencontrar pessoas que há dias, ou até mesmo anos, não víamos. A escrever uma carta virtual, que é o famoso e-mail, e em frações de segundos a pessoa que esta lá no outro lado, perto ou longe, receba e imediatamente responda, benefício esse que com as cartas convencionais, demandariam dias.
De tudo podemos encontrar. Um grande veículo que nos permite adquirir conhecimentos que em outrora seria necessário se deslocar a vários lugares, e hoje em apenas alguns cliques estamos conectados com o mundo, sendo informados com uma porrada de notícias instantâneas.
Existe até cursos superiores oferecidos pela web.
Sem nos esquecer dos entretenimentos que aliena, não apenas a juventude, mas um todo, de crianças a adultos. Até as pessoas mais idosas. É a febre do Orkut, MSN, Twitter. Não posso dizer que essas ferramentas apenas trazem malefícios não, elas são de grandes utilidades, desde que sejam bem usadas.
E quando a internet serve de instrumentos para crimes? Pois é, por não existir uma legislação vigente, a rede virtual é alvo fácil para pessoa que tem pensamentos brilhantes, que apenas os canaliza para atos hediondos.
Outro dia estive conversando com um amigo, ele me relatou que foi vítima de um colega de faculdade que havia mandado um e-mail, do endereço virtual da turma, para cada estudante da classe, professores e coordenação do curso. Mas para falar necessariamente sobre o que? Da vida de cada um, ou melhor, invadindo a privacidade particular, não poupando ninguém.
Isso muito me lembra uma frase do filme Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Colocando em jogo a vida pessoal dos estudantes. E o que mais revolta é o simples motivo de não se saber quem foi, mas alguém revoltado com a classe e não tem a coragem de ser verdadeiro e se esconde por trás do anonimato que a internet proporciona.
Agora vejamos e convenhamos, a internet no mundo universitário é mais uma forma de consulta, aperfeiçoamento e novas descobertas, aprimorando uma nova leitura da sociedade, dos valores e culturas. Ao invés de ficar com essa atitude de menino amarelo, desperdiçando o precioso tempo livre.
Os danos morais ocasionados pelo mau uso deste meio de comunicação são graves e seriíssimos. Acompanhamos quase sempre nos noticiários os “vilões” da internet, que usam e abusam, através de seus conhecimentos cibernéticos.
Uma ferramenta, que eu diria democrática e livre, agregando a “gregos e troianos”. Especialmente para comercialização de produtos, divulgação de ideias e ideais, pensamentos e opiniões. Podemos utilizá-la através dos sites ou até então dos mais populares, que são os blogs.
Precisamos com mais alguns recursos, não censurar, mas conscientizar, desde cedo a nossa juventude e seus pais, que a internet não é necessariamente material “pornográfico” ou um “videogame”, ou alguma outra forma de entretenimento, pois quem sabe, os educando, estes jovens que hoje se utiliza do meio para fazer suas travessuras teriam sede de conhecimentos e mais tarde não seria necessário puni-los.
(*) É estudante de Jornalismo e poeta popular de Alagoas.


http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?cod=158440&ass=37&data=2010-01-03

Jornal Gazeta de Alagoas

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